No dia seguinte à minha primeira transformação, eu não lembrava de absolutamente nada que se passara, e muito menos por que eu acordara com tanta fome. Minha mãe, foi me chamar pra que eu levantasse, tomei o café da manhã. Mas a porção que, normalmente, me deixava satisfeito, não for suficiente. Mas não comentei nada com minha mãe, ela acharia estranho!
Este foi o dia mais incrível da minha vida, me sentia como um pombo, como se pudesse voar de certa forma. Sentia-me leve a cada passo que dava. Sentia a força sobrenatural de minha nova raça correr pelo meu corpo. Neste inverno de matar, era incapaz de sentir frio. Mais eu ainda não sabia de onde vinha aquele vigor, aquela força, nem a fome que citara anteriormente.
Me arrumei, e às sete e meia, como de costume, já estava pronto para ir à escola. Não sentia frio, mais minha mãe, de qualquer forma, quase me obrigara a usar um casaco enquanto me perguntava à que horas eu ia chegar. Eu respondi que talvez umas três horas, me despedi e fui para o colégio, pelo mesmo caminho de sempre. Foi quado comecei a perceber uma coisa que até então não conseguia perceber direito: algumas das pessoas que eu via, por acaso, na rua, tinham um cheiro animalesco, um cheiro como o de cachorro, mais que a mim, me parecia muito agradavel. Quase fui atropelado ao fazer a descoberta, mas meus reflexos foram muito rápidos pars isso. No colégio, nada passava de mim, parecia ter acordado para o mundo: meus ouidos ouviam tudo, meus olhos voavam por entre as frestas das fechaduras e eu tato era literalmente uma segunda visão. Passei o meu primeiro dia de lycan, fazendo descobertas incríveis, apesar de a mais importante, estar guardada para o próximo dia...
sábado, 5 de maio de 2007
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Um comentário:
nossa muito boa sua historia espero ter mais sobre essa aventura para mim ler!
bjão
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