Bem,
Desta vez, não pedirei desculpas à quem se interessa pela minha história, pelo simples fato de que estive fora por uma nobre causa. Já falei aqui, que meu tio Hessman é um Crias de Fenris, e que, achávamos que eu também era. Mas, no incrível lugar que fui com o meu tio, eu descobri uma coisa. Aliás, muitas coisas. A primeira e a que eu considero a mais importante eu vou contar para vocês. É uma coisa que eu nunca vou esquecer, e tenho certeza de que, quem já ouviu falar de tribos lupinas vai se impressionar...
...Acredito, que, muitos de vocês conhecem as editoras White Wolf e Devir. Bem, não sei como mais esses caras conseguiram, de alguma forma, informações confidenciais sobre nós, os lupinos. E, como toda editora que se preze faria, eles publicaram muitas dessas coisas em forma de jogo(RPG).
Eles tem muitas informações, mas, é claro que muitas dessas informações são mentirosas. Uma dessas é a tal da lista de tribos existentes. Existem muito mais do que eles dizem. E eu sou o patriarca de uma delas, ou pelo menos pretendo ser. Se vocês não estão entendendo nada aí vai:
Eu e meu tio descobrimos, ao tentar fazer algumas coisas que me afirmariam como um Crias de Fenris, não tivemos êxito. Mas, eu contiuava sendo um lupino, e meu tio de alguma forma, sabia que eu não era um "renegado"(lobisomem que não faz parte de nenhuma tribo). Depois dos testes meu tio tomou o seu jeito turrão, e começou a falar mal de mim(a culpa não é dele(ele é assim mesmo). Mas eu fiquei com muita raiva, muita mesmo, mas pelo fato dele ser meu guia no lugar que eu estava, eu não falei nada(nos primeiros dias). No dia em que eu vim embora aconteceu uma coisa que mudou os olhos de tio Hessman com relação a mim: eu quase o matei, e ele achou isso muito bom, pelo menos, dizia ele, você é forte o bastante.
Foi assim: no dia em que eu ia me despedir do lugar de treinamento, meu tio começou com a baboseira de que eu era um renegado, alguem menor que os outros no mundo dos homens-lobos.
Uma raiva inebriante tomou conta de mim. Naquele momento eu sentia tanta raiva que chegava a desejar que meu tio perdesse sua alegria, felicidade, o que de fato aconteceu. Ele caiu no chão como uma pedra, e eu fui embora com vergonha. Depois soube que ele estava bem...
quarta-feira, 18 de julho de 2007
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